São Paulo, 22 de Agosto de 2019

Feijoada / Confraternização de Doadores e Aniversário de 9 Anos do Clube SangueBom
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Aprender inglês faz bem. Cedo ou tarde.

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
04/08/2010 14:28

Aprender outra língua é ótimo – só não cedo demais.

“Eu detesto a Língua Inglesa; nunca aprendi porque não gosto, nunca gostei e não sinto a menor vontade de gostar.” Você já disse ou ouviu essa frase? Ela talvez seja bem mais comum do que se possa imaginar. Afinal, deve haver muitos adultos que não sentem o menor desejo de aprender a segunda língua mais útil da atualidade porque simplesmente não gostam dela.

Mas por que não gostam? E por que é a segunda língua mais útil, e não a primeira?

Talvez as pessoas não gostem (entre outros possíveis motivos) porque têm inibição com o aprendizado do idioma, ou em algum momento tiveram um contato com o inglês que não foi muito positivo. Uma aula na escola com um mau professor ou alguma aversão (questionável?) à cultura norte-americana ou britânica podem ser fatores que influenciam na questão.

Mas por que é a segunda língua mais útil?

Evidentemente porque a primeira é a língua materna – em nosso caso, a Língua Portuguesa. Muitos estudantes têm verdadeira gana de aprender inglês, mas escrevem muito mal o próprio idioma – o que, profissionalmente, pode ser um empecilho maior do que só saber (bem) o português.

Sem dúvida, entretanto, que o inglês é útil. E embora não tenha a sonoridade sensual do francês ou parentesco próximo de nossa língua como o italiano ou o espanhol, a língua saxônica tem lá o seu charme.

Qual a idade
correta para começar?


Um idioma tão importante talvez deva ser aprendido desde cedo. Mas cedo quanto? Deve-se alfabetizar uma criança ao mesmo tempo em inglês e português? Devo colocar um filho de 3 anos para aprender inglês? Algumas correntes acham que não.

Caminho melhor, afirmam, é primeiro alfabetizar a criança em sua língua materna e, só depois (por volta dos sete anos de idade) iniciar o ensino em outra língua, seja ela o inglês ou outra qualquer. Dessa forma se ajuda a evitar que a criança confunda o aprendizado das duas línguas e tenha problemas – dificuldade que depois pode acompanhar a pessoa por anos e anos a fio.

Mas pode se começar cedo, sim. Pessoas que têm contato com o aprendizado do inglês, mesmo que não tão crianças (consideremos uma idade por volta dos 12 anos, por exemplo) rapidamente podem adquirir fluência no idioma se tiverem interesse real pelo aprendizado.

A dica é estimular o pequeno com atividades lúdicas, como brincadeiras ou situações que permitam à criança, mais do que aprender, conviver e “adquirir” mentalmente o idioma.

Não é necessário grande investimento: além das aulas, estimular que ouça músicas em inglês, veja desenhos animados e até gibis no outro idioma (procure na banca; há títulos nacionais acessíveis, como a “Monica’s Gang” que – se tiver a sorte de encontrar – traz histórias da Mônica, Cascão, Magali e toda a turma em inglês – e é muito engraçado ver que “Cebolinha” virou “Jimmy Five”)... E, com a facilidade da internet, é fácil conseguir textos e traduções em outro idioma – o que pode inclusive ajudar a criança a perceber que há mais na internet do que redes sociais e trabalhos escolares, sendo possível sim aprender e se divertir ao mesmo tempo.

E aprender outro idioma, seja qual for, abre também a possibilidade de se ter uma visão mais ampla de mundo, conhecer culturas diferentes e ver além do próprio país. O aprendizado, como sempre, muda a vida das pessoas. Com outra língua não é diferente.

Vale só não exagerar no quão cedo isso começa a ser feito. E não esquecer que, no Brasil, saber escrever em português também ainda é muito importante.

Mas eu já
cresci. E agora?


E se você é adulto e ainda não aprendeu inglês? Não caia no conceito de que “adulto não é capaz de aprender mais”. Não é verdade.

As dicas para o seu caso podem ser exatamente as mesmas para o aprendizado da criança. O que vale é deixar de ver o inglês como “obrigação” e buscar interação com o idioma para que haja aquisição – um tipo de assimilação natural – do idioma. Ou seja: além de aprender a gramática (o que é importante), esforce-se para “gostar” e aumentar seu convívio com a língua. O inglês pode ser muito – mas muito mesmo – divertido.

Por fim, ouvir músicas em inglês tentando buscar seus significados, ver filmes com áudio em português e legenda em inglês, aprender as regras básicas de gramática, tentar ler textos sobre assuntos de interesse na outra língua e – por que não? – se divertir com o Jimmy Five ajuda muito. Aulas, mesmo que sejam as de bons cursos autodidáticos, complementam a formação. Talvez demore um pouco, mas dá certo.

Vale a pena? Claro. Para aprender, “tarde”, mesmo, só o “nunca”.

Pompeia: Rua Tavares Bastos, 425 - (11) 3674-4444 - De 2ª a 6ª das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 16h.