São Paulo, 27 de Maio de 2019

Feijoada / Confraternização de Doadores e Aniversário de 9 Anos do Clube SangueBom
Feijoada / Confraternização de Doadores e Aniversário de 9 Anos do Clube SangueBom
Confraternização de Doadores e 9 Anos do Clube SangueBom
Confraternização de Doadores e 9 Anos do Clube SangueBom

Disidrose: incomoda, coça, dói...

Escrita por: Redação Fellows Mkt & Co.
19/05/2010 14:24

Conheça este problema de pele que nem sempre tem causa definida.

Ela pode começar após uma forte, abrupta e inesperada coceira, com calor no local. Em seguida aparecem pequenas bolhas (vesículas), claras, profundas, que também podem coçar e ir aumentando de tamanho. É o começo do incômodo: a disidrose – ou, como também é chamada, dermatite disidrótica.

Os locais “prediletos” dos ataques são planta dos pés, palmas das mãos e laterais dos dedos. Coçar as bolhas pode rompê-las, expelindo o líquido em seu interior – de cor clara e aspecto espesso.

Além de anti-estéticas, as bolhas podem secar, formando crostas. Também pode haver descamações. Pior: as lesões podem doer, em especial se houver infecção ou rachadura na pele no local comprometido.

De causas pouco conhecidas, cabe ao médico tentar fazer um diagnóstico para detectar o que desencadeia os ataques – que podem acontecer com intervalos de semanas ou meses.

A causa pode estar relacionada a fatores como dermatites de contato ou atópicas, reações a medicamentos ou a outras substâncias. O surgimento das bolhas pode inclusive ser uma reação “à distância” a uma micose existente em outra parte do corpo, situação a que se dá o nome de mícide disidrosiforme. Nesse caso o curioso é que o paciente pode, por exemplo, ter micose nos pés e as bolhas aparecerem nas mãos.

Bastante incômodas, as crises tendem a desaparecer espontaneamente, mas pode ser necessária medicação tópica ou, em (raros) casos mais graves, pode ser prescrito o uso de medicamentos por via oral. Pacientes em situações de estresse ou que têm sudorese abundante podem ter os sintomas agravados.

A principal forma de prevenção consiste em detectar e evitar os fatores que desencadeiam os surtos. E, no mais, ter paciência para suportar o incômodo - que, com uma consulta médica, pode ser aliviado com o tratamento adequado.

Atenção: Este texto é meramente informativo e seu conteúdo é genérico. Este texto não substitui a opinião de um profissional de saúde. Não determine suas ações meramente com base nos dados aqui contidos. Consulte sempre seu médico e siga o tratamento prescrito. É o médico quem melhor tem condições de avaliar seu estado, indicar tratamentos e medicamentos quando for o caso e dar orientações em questões de saúde.

Pompeia: Rua Tavares Bastos, 425 - (11) 3674-4444 - De 2ª a 6ª das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 16h.