Escrita por Redação Fellows Mkt & Co.
Qual a última vez que você se vacinou contra ele?
Um arranhão na perna acontece com qualquer um. Um corte no dedo também; é coisa banal. Um pisão num prego, uma mordida de animal ou um corte mais sério é até raro de acontecer, mas pode também... Você cuida desses ferimentos para que curem rapidamente e estejam sempre limpos até a cicatrização? Procura socorro médico? E qual o perigo além da lesão em si? O perigo é o tétano.
O tétano é uma infecção grave gerada por uma bactéria chamada “clostridium”. Não é uma doença contagiosa – ou seja, você não “pega” de outra pessoa, mas desenvolve a doença por se infectar com a bactéria que está no ambiente.
Portanto, a relação do tétano com cortes ou outros tipos de ferimentos é que essas lesões podem ser usadas como “portas de entrada” da bactéria para o organismo humano, momento a partir do qual a doença pode se desenvolver.
Queimaduras e parte da pele que esteja necrosada também podem servir de ponto de contaminação.
A clostridium é encontrada em fezes (de animais e de humanos) que podem contaminar o solo (areia, terra). Uma vez que a pessoa tenha um ferimento no corpo, as bactérias existentes no local contaminado podem entrar em contato com o ferimento e ocasionar a doença após um período de incubação que pode variar entre 2 e 21 dias.
A forma de contaminação é, portanto, bastante simples. Embora a doença possa ocasionar complicações graves, muitos não dão importância a ela – talvez porque o tétano seja uma doença relativamente conhecida e não “assuste” mais, ou porque a medicina já tenha uma série de alternativas de prevenção e tratamento. Mas se as medidas de prevenção não forem tomadas e o tratamento adequado não for feito o quadro pode ser perigoso.
Cuidados simples
e eficazes.
O tétano resulta da toxina produzida pela bactéria clostridium. Essas toxinas causam espasmos musculares – primeiramente no pescoço e nos músculos responsáveis pela mastigação. Há uma rigidez progressiva desses músculos. Em seguida outros músculos pelo corpo são afetados também. Quando são atingidos os músculos respiratórios, pode ocorrer a morte. As complicações da doença, portanto, são graves.
O tratamento do doente é feito com a utilização de antibióticos, sedativos, relaxantes musculares, limpeza dos ferimentos e aplicação do soro antitetânico.
A melhor saída, porém, é obviamente a prevenção – e a melhor prevenção é a vacinação. Mas não “vale” aquela vacina tomada há 20 ou 30 anos: é necessário tomar os reforços da vacina a cada 10 anos, evitando riscos. Além disso, deve-se sempre limpar e cuidar adequadamente de ferimentos, evitando que fiquem sujos e funcionem como porta de entrada para a bactéria.
Em resumo: vacinação em dia e cuidado correto com os ferimentos. E, em caso de suspeita de ter contraído a doença, procurar um médico.
Atenção: Este texto é meramente informativo e seu conteúdo é genérico. Este texto não substitui a opinião de um profissional de saúde. Não determine suas ações meramente com base nos dados aqui contidos. Consulte sempre um médico e siga o tratamento prescrito. É o médico quem melhor tem condições de avaliar um estado físico e/ou de saúde, fazer diagnósticos, indicar tratamentos e medicamentos quando for o caso e dar orientações em questões de saúde.









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