Escrita por Redação Fellows Mkt & Co.
Expectativas contrariadas
Toda grávida espera muita ansiosa o nascimento do seu filho, elas acreditam e confiam que após nove meses de gestação sairão da maternidade trazendo nos braços o bebê. E, contrariando as expectativas, ter a gravidez terminada em aborto pode ser muito triste e penoso. O aborto espontâneo é o termo médico utilizado para gravidez que tem fim antes da vigésima semana. O problema é bastante comum, cerca de 20% de toda gravidez termina em aborto antes de 16 semanas.
Identificar a causa do aborto em muitos casos não é possível. Muitas vezes o bebê (também chamado de feto) não se desenvolve por completo, ou desenvolve-se de maneira anormal. Em casos como estes, o aborto é a maneira que o corpo termina a gravidez que não está se desenvolvendo normalmente. Outras causas possíveis de aborto incluem: problemas no útero, diabetes sem controle, alterações hormonais, excesso de cigarro, álcool e drogas ilegais (principalmente no início da gravidez, quando os principais órgãos do bebê estão em desenvolvimento).
Os possíveis sintomas incluem:
- Sangramento da vagina;
- Dor como cãibra na parte de baixo do abdômen;
- Secreção abundante proveniente da vagina (mesmo que não acompanhada de sangramento ou de dor).
O aborto também causa problemas emocionais, pois algumas mulheres sentem-se culpadas pela perda do bebê, o que não tem fundamento, já que o aborto pode não ser ocasionado por fatores externos (como relações sexuais, exercícios vigorosos, alimentação, etc.)
É comum que as mulheres entendam que o aborto significa a incapacidade de engravidar novamente, mas isso não é verdade. A maioria das mulheres tem gravidez normal depois de uma que foi finalizada por um aborto. Mulheres que têm repetidos abortos, a causa pode ser por algum desequilíbrio dos hormônios ou outra condição que pode ser tratada. Aquelas que tiveram 3 ou mais abortos, é importante que sejam examinadas para determinar e tratar a causa.









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